por Gamarra | jan 6, 2022 | Mídia
A Folia de Reis, ou Festa de Reis, é uma celebração tradicional cristã originária na Espanha e Portugal e trazida para o Brasil por volta do século XIX. Considerada uma manifestação folclórica, embora no Brasil seja uma festa de menor peso que outras tradições cristãs como a páscoa e o natal, ainda é muito presente no imaginário coletivo principalmente em Minas Gerais.
A Folia de Reis é a primeira grande tradição cristã do ano, e uma festa importante para a cultura e folclore brasileiro.
História do Reis Magos
A celebração da Folia de Reis está associada com a comemoração da visita dos três reis magos, Belchior, Baltazar e Gaspar, à Jesus.
De acordo com a história da tradição, Belchior, Baltazar, Gaspar seriam sábios vindos do Oriente que receberam em sonho a informação que estaria para nascer o novo messias e, guiados por uma estrela (a Estrela de Belém), fizeram a peregrinação de seis dias para Jerusalém. Logo antes de chegarem a Jerusalém os três reis teriam se encontrado com o imperador Herodes e compartilhado que estavam a caminho de presenciar o nascimento do menino.
Após o nascimento e após deixarem os presentes ao menino Jesus (incenso, mirra e ouro), os Reis teriam sido avisados por meio de sonhos mais uma vez que se voltassem pelo mesmo caminho que tinham vindo, Herodes os ia perseguir, por estar se sentindo ameaçado pelo possível nascimento de um messias.
Os reis então teriam se fantasiado e separado, tomando outros caminhos de volta ao Oriente em festa, passando pelas cidades cantando e comemorando o nascimento de Jesus.
Simbologia
Existe uma certa simbologia associada à história dos Reis. Quando se é falado que os Reis eram “Magos” ao contrário do que podemos pensar eles não seriam feiticeiros. O termo “mago” era usado para pessoas sábias e com conhecimento em astronomia. Faria sentido pensar nos três astrônomos sendo guiados por uma estrela. A estrela de Belém, por sua vez, pode ser interpretada como a estrela D’Alva, que é a primeira estrela a ser visível de noite e que na realidade não é uma estrela, e sim o planeta Vênus.
Os presentes entregues a Jesus também carregam significado: a mirra é um composto usado em embalsamentos, representando a ressurreição e a imortalidade. O incenso era comumente usado dentro de templos e normalmente só sacerdotes eram presenteados com incenso, representando a divindade do menino e a fé. O ouro representa a realeza de Jesus, o rei dos judeus.
A Folia
Atualmente a Folia de Reis no Brasil é comemorada por uma peregrinação de doze dias, começando na véspera de natal e terminando no dia 6 de Janeiro, o Dia de Reis. De acordo com o IEPHA/MG (Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais), apenas em Minas Gerais estão cadastradas mais de mil companhias de Folias, sendo a maioria delas em devoção aos Santos Reis, mas algumas também devotas de outros Santos e que comemoram em outros períodos do ano.
Tradicionalmente o grupo de Folia passa de cidade em cidade, casa em casa, dançando, fazendo música e comemorando. Alguns grupos ainda seguem a regra de não voltar com a bandeira uma vez que ela passa, fazendo alusão à perseguição de Herodes aos Reis.
A companhia possui alguns personagens para a festança: três pessoas saem personificadas dos três Reis Magos; normalmente três pessoas saem de Bastiões (ou palhaços), que são os que protegem a bandeira do grupo; o Coro, composto pelos que tocam os instrumentos e cantam; o Mestre (ou embaixador), que guia e coordena a Folia; o Festeiro, que é normalmente a pessoa a qual a residência é a saída e chegada da Folia; e o Bandeireiro (ou alferes da bandeira), que carrega a bandeira da companhia. A bandeira representa diretamente o menino Jesus e é feita de pano brilhante e colada uma estampa de quem o grupo é devoto.
No final da peregrinação tem a Festa dos Reis, onde as comemorações variam de acordo com a região do país.
Sobre a autora
Taina Bianco Ferreira é Bacharela em Artes e Design pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Está se especializado em Artes Visuais e atualmente é bolsista no Fórum da Cultura de Juiz de Fora no projeto Museu da Cultura Popular.
A Folia de Reis, ou Festa de Reis, é uma celebração tradicional cristã originária na Espanha e Portugal e trazida para o Brasil por volta do século XIX. Considerada uma manifestação folclórica, embora no Brasil seja uma festa de menor peso que outras tradições cristãs como a páscoa e o natal, ainda é muito presente no imaginário coletivo principalmente em Minas Gerais.
A Folia de Reis é a primeira grande tradição cristã do ano, e uma festa importante para a cultura e folclore brasileiro.
História do Reis Magos
A celebração da Folia de Reis está associada com a comemoração da visita dos três reis magos, Belchior, Baltazar e Gaspar, à Jesus.
De acordo com a história da tradição, Belchior, Baltazar, Gaspar seriam sábios vindos do Oriente que receberam em sonho a informação que estaria para nascer o novo messias e, guiados por uma estrela (a Estrela de Belém), fizeram a peregrinação de seis dias para Jerusalém. Logo antes de chegarem a Jerusalém os três reis teriam se encontrado com o imperador Herodes e compartilhado que estavam a caminho de presenciar o nascimento do menino.
Após o nascimento e após deixarem os presentes ao menino Jesus (incenso, mirra e ouro), os Reis teriam sido avisados por meio de sonhos mais uma vez que se voltassem pelo mesmo caminho que tinham vindo, Herodes os ia perseguir, por estar se sentindo ameaçado pelo possível nascimento de um messias.
Os reis então teriam se fantasiado e separado, tomando outros caminhos de volta ao Oriente em festa, passando pelas cidades cantando e comemorando o nascimento de Jesus.
Simbologia
Existe uma certa simbologia associada à história dos Reis. Quando se é falado que os Reis eram “Magos” ao contrário do que podemos pensar eles não seriam feiticeiros. O termo “mago” era usado para pessoas sábias e com conhecimento em astronomia. Faria sentido pensar nos três astrônomos sendo guiados por uma estrela. A estrela de Belém, por sua vez, pode ser interpretada como a estrela D’Alva, que é a primeira estrela a ser visível de noite e que na realidade não é uma estrela, e sim o planeta Vênus.
Os presentes entregues a Jesus também carregam significado: a mirra é um composto usado em embalsamentos, representando a ressurreição e a imortalidade. O incenso era comumente usado dentro de templos e normalmente só sacerdotes eram presenteados com incenso, representando a divindade do menino e a fé. O ouro representa a realeza de Jesus, o rei dos judeus.
A Folia
Atualmente a Folia de Reis no Brasil é comemorada por uma peregrinação de doze dias, começando na véspera de natal e terminando no dia 6 de Janeiro, o Dia de Reis. De acordo com o IEPHA/MG (Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais), apenas em Minas Gerais estão cadastradas mais de mil companhias de Folias, sendo a maioria delas em devoção aos Santos Reis, mas algumas também devotas de outros Santos e que comemoram em outros períodos do ano.
Tradicionalmente o grupo de Folia passa de cidade em cidade, casa em casa, dançando, fazendo música e comemorando. Alguns grupos ainda seguem a regra de não voltar com a bandeira uma vez que ela passa, fazendo alusão à perseguição de Herodes aos Reis.
A companhia possui alguns personagens para a festança: três pessoas saem personificadas dos três Reis Magos; normalmente três pessoas saem de Bastiões (ou palhaços), que são os que protegem a bandeira do grupo; o Coro, composto pelos que tocam os instrumentos e cantam; o Mestre (ou embaixador), que guia e coordena a Folia; o Festeiro, que é normalmente a pessoa a qual a residência é a saída e chegada da Folia; e o Bandeireiro (ou alferes da bandeira), que carrega a bandeira da companhia. A bandeira representa diretamente o menino Jesus e é feita de pano brilhante e colada uma estampa de quem o grupo é devoto.
No final da peregrinação tem a Festa dos Reis, onde as comemorações variam de acordo com a região do país.
Sobre a autora
Taina Bianco Ferreira é Bacharela em Artes e Design pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Está se especializado em Artes Visuais e atualmente é bolsista no Fórum da Cultura de Juiz de Fora no projeto Museu da Cultura Popular.
por Gamarra | dez 17, 2021 | Receitas
INGREDIENTES:
500 g de bacalhau dessalgado, desfiado e congelado
200 g de camarões descascados e limpos (nós usamos o cinza médio)
400 g de palmito pupunha fresco (cerca de 3 toletes)
2 tomates maduros
½ xícara (chá) de azeitonas verdes sem caroço
1 cebola
3 dentes de alho
½ pimenta dedo-de-moça (sem sementes)
caldo de 1 limão
¼ de xícara (chá) de azeite
1 colher (sopa) de urucum (ou colorau)
3 talos de cebolinha
½ maço de coentro
6 ovos
sal a gosto
MODO DE PREPARO
1.Preaqueça o forno a 180 ˚C (temperatura média).
2. Leve uma panela média com água ao fogo alto para ferver. Coloque o bacalhau congelado e deixe cozinhar por 10 minutos – ele vai descongelar e cozinhar ao mesmo tempo.
3.Enquanto isso, prepare os outros ingredientes: lave, seque e corte os tomates ao meio; descarte as sementes e corte as metades em cubos pequenos. Lave e pique fino a pimenta dedo-de-moça. Descasque e pique fino a cebola e os dentes de alho. Corte os toletes de palmito ao meio, no sentido do comprimento, corte cada metade ao meio novamente e fatie em pedaços de 1 cm. Corte as azeitonas em quartos. Lave, seque e pique fino a cebolinha e o coentro.
4. Assim que estiver cozido, passe o bacalhau por uma peneira e reserve sobre a panela para escorrer bem a água – se necessário desfie em pedaços menores. Enquanto isso, prepare o refogado.
5. Leve uma panela de barro média ao fogo baixo (se preferir, prepare o refogado em qualquer panela e transfira para um refratário que comporte cerca de 2 litros antes de finalizar com os ovos batidos e ir ao forno). Quando aquecer, regue com 3 colheres (sopa) de azeite e adicione a cebola. Tempere com uma pitada de sal e refogue por cerca de 3 minutos até murchar. Junte o alho e misture bem para perfumar. Acrescente os tomates, a pimenta e o urucum, mexa bem por cerca de 1 minuto para formar uma pastinha. Junte o palmito, tempere com sal e refogue por mais 5 minutos.
6. Abra espaço no centro da panela e regue com 1 colher (sopa) de azeite, acrescente os camarões, tempere com sal e mexa po
por Gamarra | jul 16, 2021 | Mídia
EXTRATO DA FOLHA DE OLIVEIRA
O Extrato da Folha de Oliveira é um suplemento alimentar natural, feito com as folhas de oliveira (Olea europaea L.). Elas são ricas em um composto fenólico chamado oleuropeína, que tem alto poder antioxidante, propriedades anti-inflamatórias, antimicrobianas e antivirais. Além de possuir uma atividade de proteção vascular, ajudando a reduzir a pressão arterial.
As propriedades curativas da folha da oliveira já eram conhecidas no antigo Egito e são usadas como medicamento tradicional em diversos países pelo mundo.
As folhas de oliveira Gamarra são colhidas manualmente nos pomares dos Olivais Gamarra, na serra da Mantiqueira, Baependi, sul de Minas Gerais. O tratamento das oliveiras nas plantações é feito sem uso de agrotóxicos.
Para que serve
O Extrato da Folha de Oliveira usado continuamente trás muitos benefícios para a saúde. Usado tradicionalmente para dar suporte ao sistema imunológico, reduzir a pressão arterial, proteção ao sistema digestivo, ajuda a aliviar os sintomas de gripes e resfriados, infecções respiratórias, infecção urinária, candidíase, herpes, dor de dente e gengiva devido as suas propriedades:
- Anti-inflamatória;
- Antioxidante;
- Antimicrobiana;
- Desintoxicante;
- Imunoestimulante;
Como usar o Extrato de Oliveira
Tomar de 20 a 60 gotas do Extrato de Oliveiira diluído em 50 ml de água de preferência na parte da manhã.
Quem não deve usar
Apesar de apresentar muitos benefícios, o Extrato da Folha de Oliveira Gamarra não deve ser usado por crianças menores de 12 anos e mulheres grávidas por conter álcool.
Atenção!!
O Extrato de Oliveira Gamarra é um suplemento alimentar natural, não é um remédio! Portanto antes de usá-lo sempre converse com seu médico, nutricionista ou profissional responsável!
Bibliografia
- Effects of the Olive-Derived Polyphenol Oleuropein on Human Health <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4227229>
- De Bock M, Derraik JGB, Brennan CM, et al. Olive (Olea europaea L.) Leaf Polyphenols Improve Insulin Sensitivity in Middle-Aged Overweight Men: A Randomized, PlaceboControlled, Crossover Trial. Nerurkar PV, ed. PLoS ONE. 2013;8(3):e57622. doi:10.1371/journal.pone.0057622.
- Romero, M, Toral N, Gomez-Guzman M, Jimenez R. (2015), Antihypertensive effects of oleuropein-enriched Olive leaf extract in spontaneously hypertensive rats. Food Funct. 2016 Jan;7(1):584-93. doi: 10.1039/c5fo01101a.
- El SN, Karakaya S (2009) Olive tree (Olea europaea) leaves: potential beneficial effects on human health. Nutr Rev67: 632–638
- Navarro Mata, Fransisco J Morales. Evaluation of an Olive leaf extract as a natural source of antiglycative compounds. Institute of Food Science, Technology and Nutrition (ICTAN-CSIC), Madrid, Spain https://doi.org/10.1016/j.foodres.2016.12.017
- Biomed Pharmacotherapy. 2017 Jun;90:713-723. doi: 10.1016/j.biopha.2017.04.022. Epub 2017 Apr 15.
- Pacetta, Cosmo F. Oliveira, a árvore da vida: estudo avançado sobre as folhas de oliveira na modulação da saúde: o antibiótico da mãe natureza. Mogi Guaçu, SP: Ed. Do Autor, 2007.
- Nasrollahi Z, Abolhasannezhad M. Evaluation of the antifungal activity of olive leaf aqueous extracts against Candida albicans PTCC-5027. Current Medical Mycology.2015;1(4):3739.doi:10.18869/acadpub.cmm.1.4.37.
- https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/74/74132/td e-01062016-114325/publico/ME8844799COR.pdf
- https://globoesporte.globo.com/euatleta/saude/post/201 9/01/31/substancia-extraida-da-folha-da-oliveira-podetrazer-beneficios-para-metabolismo-osseo.ghtml
por Gamarra | mar 26, 2021 | Mídia
Você já ouviu falar dos corredores ecológicos? Sabe o que são e qual a importância deles?
Te convido a ler essa postagem que a Valéria Rocha, bióloga e nossa mais nova parceira, preparou!
Ecologia da Paisagem com as Oliveiras
Tudo na natureza funciona em dimensões ou escalas de paisagem onde os seres vivos conseguem realizar seus ciclos da vida; ou seja, nascem, crescem, se desenvolvem, reproduzem e morrem. Tudo isso acontece em períodos de tempo, de espaços e por relações ecológicas que são diferenciadas em função dessas dimensões.
A paisagem, onde tudo isso está acontecendo, se modifica a depender do espectador… se olharmos através de uma lupa, o que vemos pode ser um pequeno espaço, mas com biodiversidade, relações ecológicas e ciclos de vida acontecendo, porém, numa escala micro. Se olharmos uma foto área, também vemos biodiversidade, relações ecológicas e os ciclos acontecendo, porém numa escala bem maior. Cada fração de espaço, portanto, determina a manutenção dos seres que ali existem.
Mas o que há em comum? Bem, o que há em comum são os fatores que promovem a vida e seus ciclos de existência e que ocorrem em ambas dimensões. Seriam os fatores abióticos como as questões físicas (relevo, altitude, clima), as químicas (disponibilidade de nutrientes, ferohormonios, etc), os fatores bióticos como as questões biológicas (os próprios seres vivos) e as questões ecológicas (as relações entre estes seres e com o meio em que vivem). Estes fatores são interdependentes. A existência de cada um promove a existência do outro e determinará que espécies ocorrerão nestes espaços e dimensões.
Portanto qualquer interferência que necessitamos fazer em um ambiente natural vai alterar esta dinâmica. Desde uma simples alteração, como uma pequena plantação em uma grande floresta, até uma grande plantação que ocuparia uma grande área de um bioma. Nesta ultima situação a mudança afetaria ambas dimensões, pequenas e grandes.
O grande diferencial é como fazermos estas interferências. O ideal é assegurarmos essas relações ecológicas nas duas dimensões ou escalas, ou seja, da micro à grandes paisagens. Para isso as culturas ou plantações que atentam para estas questões contribuem para a manutenção dos ecossistemas associados às suas culturas garantindo o funcionamento e serviços ecossistêmicos essenciais a vida de toda uma região.
Um belo exemplo são os Olivais Gamarra na serra da Mantiqueira, especificamente no Vale do Gamarra no município de Baependi, sul de Minas Gerais. Estes olivais estão inseridos nos fragmentos florestais de mata atlântica de altitude e campos de cerrado de altitude que compõem o vale. Estas plantações da forma como foram planejadas, asseguram a continuidade destes fragmentos formando verdadeiros cinturões ou corredores ecológicos, garantindo, portanto, que as relações ecológicas existentes sejam mantidas em todas as dimensões, pequenas e em grandes escalas do bioma como um todo. Com isso, mesmo com uma interferência na paisagem natural, os serviços ecossistêmicos como mananciais hídricos, micro climas, recursos florestais etc… acontecem e a manutenção da biodiversidade pode ser garantida.
Sobre a autora
Valéria Rocha França da Silva, bióloga e mestre em ecologia aplicada à gestão ambiental pela UFBA. Atuou por 14 anos como coordenadora nacional temática na área de educação ambiental e inclusão social do projeto Tamar. Sempre gostou de trabalhar com conservação integrada a ações socioambientais. Atualmente reside no Vale do Gamarra sendo admiradora e parceira do Olival Santa Maria e das iniciativas sustentáveis do vale.
Um pouquinho mais sobre corredores ecológicos
Corredor ecológico ou corredor de biodiversidade são áreas que unem os fragmentos florestais ou unidades de conservação separados por interferência humana, como por exemplo, estradas, agricultura, atividade madeireira.
O objetivo do corredor ecológico é permitir o livre deslocamento de animais, a dispersão de sementes e o aumento da cobertura vegetal. Ele reduz os efeitos da fragmentação dos ecossistemas ao promover a ligação entre diferentes áreas e permitir o fluxo gênico entre as espécies da fauna e flora. Esse trânsito permite a recolonização de áreas degradadas, em um movimento que de uma só vez concilia a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento ambiental na região.
Para saber mais acesse:
O que são corredores Ecolológicos. DicionárioAmbiental. ((o))eco, Rio de Janeiro, ago. 2014. Disponível em: <https://www.oeco.org.br/dicionario-ambiental/28538-o-que-sao-corredores-ecologicos/>. Acesso em: 20.03.2021.
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